quinta-feira, 29 de março de 2012

Divagar por Barcelos


Barcelos é uma encantadora cidade do Distrito de Braga e é o maior município de Portugal, contando com 89 freguesias.


Foto: TreakEarth_Emka


O seu prestígio vem já desde o século XV, tendo contribuído para tal o apoio que dava aos viandantes, a experiência da Colegiada instituída pelo arcebispo de Braga, a comunidade judaica, bem como o urbanismo civil e religioso.


Foto: www.travel-in-portugal.com


Barcelos é uma cidade antiga, situada num local com vestígios arqueológicos desde a Pré-História, mas foi no séc. XII que sua história começou, primeiro quando D. Afonso Henriques lhe concedeu foral e a tornou vila e depois quando D. Dinis, em 1298, quis compensar o seu mordomo-mor João Afonso e o tornou conde, doando-lhe a povoação em título.


Foto: Panoramio_Cidonio Grinaldi


Em 1385, o Condestável Nuno Álvares Pereira tornou-se o 7º Conde de Barcelos. Entregaria Barcelos como dote no casamento da filha D. Beatriz com D. Afonso, bastardo do rei D. João I. Começou então uma época de grande desenvolvimento e dinâmica para Barcelos, revelado com a construção da ponte, a muralha, de que resta a Torre da Porta Nova, do Paço dos Duques e da Igreja Matriz. São estes monumentos que constituem hoje o centro histórico da cidade.


Foto: Olhares_Fernando Costa


O ponto mais elevado do concelho situa-se no Monte de São Gonçalo, a 488 metros de altitude, na freguesia de Fragoso.

O município é caracterizado por três bacias hidrográficas a do rio Cávado, rio Neiva e o rio Este.

A não perder:

Capela de Nossa Senhora da Ponte
Foi erigida por volta de 1328, na mesma altura da construção da ponte gótica da cidade, sobre o rio Cávado. Esta capela, localizada perto da ponte, foi originalmente criada como refúgio para os peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela. Sob o alpendre podem ainda ver-se os bancos e pias de pedra (lava-pés), para descanso dos peregrinos.


Foto:www.panoramio.com_Alvaro Nunes


Ponte medieval de Barcelos
Sobre o Rio Cávado, esta ponte é uma edificação gótica e foi construída entre 1325 e 1328 por ordem de Pedro Afonso 3º Conde de Barcelos. Foi sempre um importante local de passagem para os peregrinos do Caminho de Santiago e para o centro de trocas comerciais que se realizam em Barcelos desde a Alta Idade Média. É constituída por cinco arcos desiguais, sendo maiores e mais altos os que cobrem o meio do rio. Ela liga o centro histórico de Barcelos a Barcelinhos.


Foto: Olhares_Jose Campos


Igreja Matriz de Barcelos
A Igreja Matriz de Barcelos ou Igreja Matriz de Santa Maria de Barcelos, também conhecida por Colegiada é uma igreja dedicada a Santa Maria Maior. Situa-se no centro histórico de Barcelos, junto às ruínas do Paço dos Condes de Barcelos. É um edifício com cariz de transição do românico para o gótico.


Wikipedia


Paço dos Condes de Barcelos
O Paço dos Condes de Barcelos ou Paço dos Duques de Bragança, classificado como Monumento Nacional, é um palácio de estilo gótico estando actualmente em ruínas. Foi construído na primeira metade do século XV por ordem de D. Afonso, oitavo conde de Barcelos e primeiro duque de Bragança. Deste Paço, que era um castelo apalaçado, restam pouco mais do que algumas paredes e uma chaminé tubular. Actualmente este Paço alberga o Museu Arqueológico de Barcelos, que aí foi instalado no início do século XX.


Foto: TreakEarth_TJFigueiredo


Torre do Cimo da Vila
A Torre do Cimo da Vila, é também denominada como Torre de Barcelos, Postigo da Muralha, Torre da Porta, Torre da Porta Nova ou Torre da Cadeia. Constitui-se na antiga torre de menagem da povoação, sendo a única remanescente das três torres da primitiva muralha, cujas portas davam acesso ao interior da povoação. Esta torre foi edificada no século XV por determinação do 8º conde de Barcelos, e serviu inicialmente de residência ao alcaide. Atualmente a torre alberga o Centro de Artesanato de Barcelos.


wikipedia_João Carvalho


Chafariz do Largo da Porta Nova
Chafariz em granito datado da primeira metade do século XVIII. Possui na base da taça inferior águias, que sugerem um dos símbolos de São João Evangelista, o padroeiro dos Loios que ocuparam o Mosteiro de Vilar de Frades, de onde provém.


Foto: TreakEarth_Naru Kenji


Jardim das Barrocas
Foi construído durante o século XVIII para enquadramento do Templo do Senhor da Cruz. É um passeio com muro onde se rasgaram janelões com vistas para o jardim.


www.cm-barcelos.pt


Templo do Bom Jesus da Cruz
A sua origem está relacionada com o aparecimento miraculoso de uma cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira em Dezembro de 1504. O templo actual abriu ao culto em 1710. É um edifício de cúpula e planta centrada com o espaço interior disposto em cruz grega, da autoria do Arquitecto João Antunes. Este templo é anualmente o palco central da Tradicional Festa das Cruzes (3 de Maio).


Foto: Olhares_Zita madeira


Museu de Olaria
O Museu de Olaria, datado do séc. XIX, está instalado na antiga Casa dos Mendanhas Benevides Cyrne, situando-se em pleno centro histórico de Barcelos. O Museu foi criado, com o nome de Museu Regional de Cerâmica Popular, em 1963 após a doação de uma colecção recolhida pelo etnógrafo Joaquim Sellès Paes de Villas Boas. O alargamento das colecções à olaria nacional, fez com que se alterasse a designação para Museu de Olaria. O seu acervo é resultante de doações, trabalhos de campo em centros oleiros extintos ou em vias de extinção e outros ainda em laboração além de aquisições a particulares e antiquários.


Foto: www.rotadoperegrino.com


Solar Pinheiros
É um edifício Quatrocentista (a sua construção data de 1448), tendo sido alvo de grandes reformas entre os sécs. XV e XVII. Na torre sul tem o escudo de armas de Álvares Pinheiro e a escultura de uma orante; na cornija podemos ver dois bustos de homem, um dos quais de barrete e segurando na barba - a que chamam "o barbadão" e que data do séc. XV.


Foto: www.panoramio.com_Antonio Alba


Mosteiro de São Martinho de Manhente
O antigo Mosteiro de São Martinho de Manhente localiza-se na atual freguesia de Manhente. A data de sua fundação poderá remontar à primeira metade do século X, atualmente resta apenas, a chamada Torre de Manhente e a Igreja Matriz de Manhente.


Foto: wikipedia_JoseOlgon


Castelo de Faria
O Castelo de Faria localiza-se na freguesia de Pereira, concelho de Barcelos. Um dos mais importantes castelos do Entre Douro e Minho, foi erguido, isolado, no alto de uma elevação na vertente norte do monte da Franqueira, dominando o caminho que ligava Barcelos ao porto de Viana. Atualmente encontra-se em ruínas.


Foto: wikipedia_ João


Igreja de S. Martinho de Balugães
Igreja românica foi sagrada em 1168.


Foto:Panoramio_João Ex


Ermida de Nossa Senhora da Franqueira
Construção de princípios do século XV, no seu interior existe uma mesa de mármore trazida de um palácio de Ceuta e oferecida por D. Afonso, 8º Conde de Barcelos

Foto:Panoramio_Pedro Magalhães


Do miradouro do Monte da Franqueira pode apreciar-se uma vista fantástica da cidade e dos arredores de Barcelos.



Igreja de Vilar de Frades
A Igreja de Vilar de Frades, também designada como Igreja do Mosteiro dos Lóios ou Igreja de São Salvador de Vilar de Frades em Areias de Vilar, é monumento nacional português desde 1910. Faz parte do complexo do convento da Congregação dos Cónegos Seculares de S. João Evangelista que aí estabeleceu a sua primeira casa-mãe, tendo sido, antes, um mosteiro beneditino. Está situada no sopé do monte Airó, junto à margem esquerda do rio Cávado.
Foto: wikipedia_ JoseOlgon




Gastronomia

• Petiscos Típicos: Bacalhau frito, Pataniscas de bacalhau, Bacalhau fito com cebolada, Chispe cozido, Chouriça de carne, Sangue com broa caseira, Presunto com azeitonas, Sandes de presunto, Sardinhas salgadas cozidas, Pastelão de sardinha, Pastelão de chouriço.

• Pratos Típicos: Cabrito assado, Rojões à Minhota, Papas de sarrabulho, Arroz de frango caseiro, Polvo assado na brasa, Bacalhau assado na braça, Bacalhau no forno, Cozido à Portuguesa, Vitela à moda de Barcelos, Arroz de lampreia, Lampreia à Bordalesa, Cabrito à Minhota, Entrecosto no churrasco, Bife na pedra, Filetes de pescada, Coelho assado na telha, Arroz malandro com grelos à Caldo de nabos, Caldo galego, Caldo verde, Sopa de àgua do cozido.

• Doces Regionais: Leite-creme, Leite-creme com chila, Pudim caseiro, A bela queijadinha, Laranjinhas doces, Doces de romaria, Pão-de-ló, Paralelos e sonhos do Arantes, Brisas do Cávado abanadas

Festividades
• Peregrinação Arciprestal ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário do Monte da Franqueira
• Festa das Cruzes - Anualmente entre 1 e 3 de Maio
• Procissão do Senhor dos Passos
• Festas da Isabelinha

Artesanato
Barcelos é uma terra rica em artesanato, apresentando uma ampla variedade de artes e ofícios, dos quais se destaca pela sua importância a olaria.


Foto: net


O galo Barcelos
Nas cerâmicas artesanais, é de salientar especialmente o Galo de Barcelos, um galo bem colorido e considerado um ícone nacional de Portugal.

Foto: net


A lenda do galo de Barcelos vêm desde a época medieval, e conta a epopeia de um peregrino a caminho de Santiago de Compostela, que foi salvo miraculosamente da forca, por um galo que cantou depois de morto para provar a sua inocência.

Para além da arte da olaria salienta-se também os bordados de crivo da Carreira, tecelagem, trabalhos em madeiras e trabalhos em ferro.

Barcelos tem imensos locais de interesse turístico, um belissimo património edificado, como belas igrejas, históricos conventos e mosteiros, e uma paisagem natural verde e deslumbrante.


Foto:VirtualTourist

Vá visitar, Vale a pena.

Fontes e Fotos: Wikipedia; http://www.cm-barcelos.pt/; http://www.museuolaria.org/; http://www.solaresdeportugal.pt/; TreakEarth; Olhares; www.panoramio.com; VirtualTourist; www.rotadoperegrino.com ; outros


Foto: Panoramio_Cidonio Grinaldi

Sempre que viajamos seja física ou virtualmente (através por exemplo da leitura), alargamos os nossos horizontes, pois vamos conhecer novos locais, novos costumes, novas realidades e gentes. Aumentamos o nosso conhecimento e enriquecemos interiormente.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Daintree National Park


Foto: www.nams.ca - (© Vilis Nams)

Daintree é um parque nacional em Far North Queensland, Austrália, 1,502 km (933 milhas) a noroeste de Brisbane e 100 km (62 milhas) a noroeste de Cairns, é um dos exemplos mais diversos e belos da Mãe Natureza em todo o mundo.


Foto: http://www.silkyoakslodge.com.au/

Daintree National Park é a maior floresta tropical da Australia, e uma das mais antigas na Terra. O seu nome é derivado do rio Daintree, cujo nome lhe tinha sido atribuído pelo geologo britânico Richard Daintree. Foi fundado em 1981 e considerado Património da Humanidade em 1988.


Foto: www.queenslandholidays.com.au

Toda a área começou a formar-se à cerca de 400 milhões de anos atrás, quando a Austrália ainda era parte do Gondwana, o continente original.


Foto: http://www.daintreetours.com

Graças à estrutura das montanhas, a paisagem do Daintree manteve-se praticamente inalterada, permitindo muitas plantas e animais permanecerem inalterados desde o tempo das eras glaciais.

Daintree National Park possui uma paisagem notável, com longas praias arenosas, grandes encostas rochosas, cadeias de montanhas íngremes recortados por numerosos riachos e rios.

Foto: http://gde-fon.com


Daintree National Park, começa cerca de 70 km ao norte de Cairns e continua para o norte do rio Daintree ao Rio Bloomfield, a uma distância de 70 km. A Faixa íngreme de McDowall forma a fronteira ocidental com a seção de Cape Tribulation.


Foto: www.caims-australia.com

Compõe-se de duas seções a Mossman Gorge (56.500 ha) com florestas tropicais na sua maioria inacessíveis e as seções Cape Tribulation (17.000 ha), que se estende ao longo de uma estreita faixa costeira e contém extensas floresta de várzea. Esta é a área mais acessível do parque.


Foto: http://gde-fon.com

A entrada principal para Daintree National Park fica ao Sul do rio Daintree em Mossman Gorge. Aqui apenas uma pequena seção é de fácil acesso, mas os visitantes podem observar em pleno a floresta tropical, admirar as águas cristalinas que correm sobre enormes rochedos graníticos no rio Mossman que atravessa a floresta.

Foto: wikipedia_Photnat

A norte, em Cape Tribulation, existem mais pontos de acesso, uma maior escolha em caminhadas e deslumbrantes praias. Aqui a floresta tropical encontra-se com a Grande Barreira de Corais. É o único local do mundo onde se encontram dois locais reconhecidos como Patrimónios da Humanidade.


Foto: http://gde-fon.com

A 5 kilometros a norte do rio Daintree encontra-se Alexandra Lookout, de onde se pode admirar uma paisagem deslumbrante da exuberante costa verde numa fusão com a água azul-turquesa.


Foto: www.hotgetaway.com

Daintree National Park é valorizado pela sua excepcional biodiversidade.




O parque é um dos mais significativos habitat de espécies raras, ou em vias de extinção em todo o mundo.




A Grande Cordilheira Divisória está perto da costa nesta região. Esta seção cobre 56.500 ha de florestas tropicais na sua maioria inacessíveis e bosques de montanha. The Gorge Mossman situa-se na parte sul do parque.


Foto: http://wall.alphacoders.com

Uma grande parte deste parque consiste na Floresta Tropical Daintree, existe há mais de 110 milhões de anos. As florestas tropicais do continente-mãe preservaram o clima, e assim também as suas florestas originais. Três espécies arbóreas que se pensavam extintas, só há relativamente pouco tempo foi descobertas aqui.


Foto: pt.forwallpaper.com


Daintree é famosa por suas belas palmeiras. Sem dúvida magníficas, com suas enormes e quase circulares folhas plissadas intensificam a sensação da selva tropical. A área suporta uma variedades de quinze espécies de palmas, todas endêmicas da Austrália.


Foto: pt.forwallpaper.com

A Floresta Tropical Daintree contém 30% das rãs, répteis e espécies de marsupiais da Austrália, e 65% dos morcegos da Austrália e de espécies de borboletas. 18% das espécies de aves no país podem ser encontrados nesta área. Há também mais de 12.000 espécies de insetos.


Foto: Net

A área é o lar de mais de 3.000 espécies de plantas e 315 espécies de mamíferos, 13 das quais são indígenas só para a área de Daintree. Pelo menos 90 espécies de requintadas orquídeas são encontrados em Queenslands, e quase metade delas não se encontra em mais nenhum outro lugar.




Numerosas aves e répteis também vivem aqui. Existem aproximadamente 430 espécies de pássaros, incluindo 13 que não são encontrados em mais nenhuma outra parte do mundo. A lindissima pomba Wompoo Fruit é uma das seis espécies de pombos que vivem no parque.


Foto: www.treknature.com

O spotted-tailed quoll é um marsupial do tamanho de um gato, e é uma espécie em extinção, uma das espécies verdadeiramente carnívoros do país e só encontrada no Daintree.


Foto: www.wcff.org

O Cassowary habitante também destas florestas é uma ave grande que não voa. Eles são reconhecíveis pela sua estatura, pelo seu grande pescoço e região da cabeça colorida de azul e vermelho. Estas aves são muito tímidas, mas têm a reputação de ser perigosas para as pessoas devendo por isso manter-se distância delas na floresta.


Foto: www.rainforesthideaway.com

O rio Daintree é um canal cativante e muito antigo também com uma enorme diversidade de espécies, incluindo grandes crocodilos.


Foto: wikipedia_Author JJ Harrison

Toda esta diversidade está contido dentro de uma área que ocupa 0,1% da massa de terra da Austrália. Parte da floresta é protegida pelo Parque Nacional Daintree e drenada pelo rio Daintree.


Foto: Net

As estradas ao norte da Wind River por áreas de floresta luxuriante, e foram projetados para minimizar os impactos sobre os antigos ecossistemas.


Foto: http://www.owenwilson.com.au/

A área inclui para além do Daintree National Park, algumas áreas da Floresta Estadual, e alguns terrenos de propriedade privada. Os visitantes poedem ficar num alojamento ecológico dentro da floresta tropical ou na pitoresca vila de Daintree no Daintree River.

* Foto: Net

Para apreciar devidamente este lindíssimo cenário selvagem e mágico, é possível fazer um passeio com os tradicionais donos deste local, o povo Kuku Yalanji, pelas trilhas tradicionais ao longo da Mossman Gorge. A sua terra vai de Cooktown, ao sul de Mossman a oeste do Rio Palmer. Com eles aprende-se o respeito pela natureza, como eles utilizam a floresta tropical para obter alimentos, medicamentos, abrigo e amparo espiritual há mais de 9000 anos.


Foto: http://www.sofianaaustralia.com

Surfing na selva des florestas tropicais de Daintree é uma experiência única e bem diferente.

Foto: www.daintreenationalpark.com

Existem todos os tipos de excursões disponíveis. Uma forma de apreciar a selva é através de um cruzeiro no Rio Daintree.


Foto: http://www.great-barrier-reef.com

Fontes e Fotos: Wikipedia; http://www.daintreenationalpark.com/; http://www.australiangeographic.com.au/journal/the-daintree-land-before-time.htm; http://www.daintreetours.com/daintree-national-park-images.htm; http://www.portdouglastravel.com/content/kuku-yalanji.html; http://www.mossmangorge.com/; http://www.yalanji.com.au/; http://www.australia.com/; Treakheart; http://wall.alphacoders.com; www.rainforesthideaway.com; http://gde-fon.com: outros


* Fotos: Net
As fotografias sem indicação dos autores é porque não os consegui identificar. Se forem suas, por favor queiram contactar-me que colocarei imediatamente o seu nome, ou retiro-as se for esse o seu desejo. Não é de maneira nenhuma minha intenção quebrar direitos de autor.

Photographs without the authors’ names are because I could not identify them. If they are yours, please contact me and I will put immediately your name, or remove them, if that is your wish. It is not my intention to break authors rights.

Daintree National Park é sem sombra de dúvidas uma das maravilhas naturais do mundo.