terça-feira, 24 de março de 2015

LISBOA a minha CIDADE - Castelo de S. Jorge



Continuando a mostrar um pouco do meu passeio por alguns locais de Lisboa, hoje vamos ver:



Para subirmos até ao Castelo apanhámos na Praça da Figueira, um Tuk-Tuk, um meio de transporte diferente e muito agradável para passear pela cidade.




O Castelo de S. Jorge fica na mais alta colina do centro histórico de Lisboa, e oferece uma vista maravilhosa e priveligiada sobre a cidade e o rio Tejo. O seu nome é um reconhecimento de gratidão a S. Jorge, o santo padroeiro dos cruzados.








A fortificação e as suas muralhas, chamadas de "Cerca Moura" foram edificadas pelos muçulmanos e visavam defender a "quasabah" (alcáçova), o centro do poder político e militar da cidade.








No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, as forças de D. Afonso Henriques, com o auxílio de cruzados que se dirigiam à Terra Santa, investiram contra esta fortificação muçulmana, que capitulou em 1147, após um duro cerco de três meses. De acordo com uma lenda,  o nobre cavaleiro Martim Moniz, que tinha lutado com heroísmo e valentia durante o cerco, ao perceber-se de uma porta entreaberta no Castelo, teria sacrificado a vida ao atravessar o seu próprio corpo no vão da mesma, como forma de impedir que ela se fechasse, permitindo assim, o acesso e a vitória dos seus companheiros.







Desde essa altura até ao início do século XVI, o Castelo de S. Jorge conheceu o seu período áureo enquanto espaço cortesão. Os antigos edifícios de época islâmica foram adaptados e ampliados para acolher o Rei, a Corte, o Bispo e instalar o arquivo real numa das torres do castelo. Transformado em paço real pelos reis de Portugal no século XIII, o Castelo de S. Jorge era o local escolhido para receberem personagens ilustres nacionais e estrangeiras. Nas funções de Paço Real, foi palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia, no final do século XV, e da estreia, no século XVI, do Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, primeira peça de teatro português, comemorativa do nascimento de D. João III (1521-1557).







Deixou de ser Paço Real no século XVI, quando a residência real passou para o Paço da Ribeira. A partir de então as suas dependências foram utilizadas com carácter militar. O castelo foi-se degradando e o seu declínio assentuou-se principamente com o terramoto de 1755.







Após o terramoto, houve uma renovação do castelo que levou ao aparecimento de várias construções novas, que iam gradualmente escondendo as ruínas mais antigas. Até ao século XIX, toda a área do monumento era militar e desse modo, interditada a civis.


 




Foi classificado como Monumento Nacional por Decreto Régio em 16 de Junho de 1910. 







Sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e no final da década de 1990. As antigas construções foram resgatadas, e readquiriu a sua imponência de outrora. Foi devolvido ao usufruto de todos os cidadãos, permitindo assim que todos possam disfrutar de uma vista panorâmica extraordinária.







Para saber mais informações visite o site "Castelo de S. Jorge"
Fotos: Pessoais
Texto explicativo: Wikipedia e Site do Castelo de S. Jorge.


quinta-feira, 19 de março de 2015

LISBOA a minha CIDADE - Largo da Trindade e Miradouro de S. Pedro de Alcântara


Já mostrei um pouquinho do meu passeio pelo Rossio, Elevador de Santa Justa e Largo do Carmo. Hoje vou mostrar:





No largo encontra-se a escultura do Cauteleiro, de autoria de Fernanda Assis, uma homenagem de iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. 




Também aqui se encontra a igreja de S. Roque, igreja católica dedicada a São Roque e mandada edificar no final do século XVI. 




Subindo a rua junto à Igreja vamos dar ao ...









O Jardim de São Pedro de Alcântara foi construído em 1864, e é composto por dois socalcos. Tem um pequeno lago, uma fonte e um miradouro, que oferece uma belíssima vista sobre o leste de Lisboa avistando-se parte da zona Baixa de Lisboa e da margem sul do rio Tejo. 







No jardim, encontra-se o monumento de autoria de Costa Motta (tio), erguido em 1904, representando Eduardo Coelho fundador do jornal Diário de Notícias, por baixo dele um ardina apregoa o famoso jornal. 




Fotos: Pessoais
Texto explicativo: Wikipedia