terça-feira, 24 de agosto de 2010

0 FÉRIAS na PRAIA da ROCHA


Amigos, estou novamente de férias na minha praia de eleição, a Praia da Rocha.



Portugal tem de Norte a Sul do país, praias lindíssimas cheias de encanto e beleza, mas a Praia da Rocha para mim e para a minha família é especial.




Talvez por o meu apartamento ser juntinho ao mar e eu poder estar na minha varanda a comer ou a ler e poder apreciar a união do azul do horizonte com o azul do mar.




Talvez por eu gostar tanto de ouvir á noite as ondas a bater na areia.
Talvez por a praia ter um extenso e dourado areal, que permite longos passeios á beira mar.


Talvez por gostar de passear no passadiço de madeira que percorre toda a praia e onde se encontram excelentes restaurantes e é tão bom jantar lá apreciando o pôr do sol!


Talvez porque na avenida marginal, a Av. Tomás Cabreira, existirem todo o tipo de lojas, bares super simpáticos e restaurantes para todos os gostos e para todas as carteiras.

Por tudo isto e por muito mais, nós adoramos passar uns diazitos nesta praia. De Verão é muito movimentada, mas também devem ser poucas as praias do Algarve, que nesta altura do ano não estejam repletas de veraneantes.



Eu adoro visitá-la principalmente na Primavera em que os dias já são convidativos para dar um mergulhinho, mas não há tanta confusão, os turistas são poucos, existe tranquilidade e sabe tão bem passear na Avenida ou junto ao mar.


É sempre um prazer enorme vir descansar aqui uns dias, deixar as preocupações guardadas durante algum tempo e tentar aliviar um pouco do stress acumulado da rotina do dia a dia.

domingo, 15 de agosto de 2010

0 Jardins ingleses




Os ingleses, apesar do clima por vezes bem rigoroso, adoram os seus jardins e orgulham-se dos mesmos. Os jardins ingleses são conhecidos em todo o mundo pela sua beleza e tranquilidade.



O jardim inglês ou jardim à inglesa, é um tipo de jardim desenvolvido durante o século XVIII, ao contrário dos jardins geométricos ao estilo francês ou italiano, concebidos por arquitectos.





O principio destes jardins é o de esconder a arte tanto quanto possível. Pois apenas assim a natureza é perfeitamente bela, em outras palavras, mostra com grande distinção a objectivação da vontade de viver que é ainda sem conhecimento.



O Jardim Inglês é considerado como uma revolução, um manifesto contra os padrões rígidos e simétricos de outros estilos. Ele valoriza a paisagem natural, com formas curvas e arredondadas tanto no relevo, como nos caminhos e na construção dos maciços e bosques.



Neste estilo é fundamental a utilização de extensos relvados, com amplas alamedas. O parque não pode ser totalmente plano e as ondulações do terreno devem ser valorizadas. Formas geométricas ou rectas não são permitidas.



As árvores e arbustos são muitas vezes dispostas de acordo com o porte e a coloração, o que não impede a mistura ou a utilização isolada. As plantas floríferas e perfumadas de pequeno porte podem compor grandes e sinuosos maciços no meio do relvado. Plantas que exigem muita manutenção e reformas, assim como arbustos topiados são proibidos.



Outros componentes são bem vindos neste jardim, acrescentando charme e naturalidade, como árvores mortas, rochedos e pequenas colinas, construção de ruínas, clareiras, lagos, riachos, quiosques, etc.




Devemos ter a sensação de andar por um bosque antigo e natural, com pouca ou nenhuma intervenção do homem.




Ao falar dos jardins ingleses é forçoso falar dos Jardins Botânicos Reais de Kew, um dos mais extensos, antigos e prestigiosos jardins botânicos do mundo. Ficam situados num vasto parque localizado entre Kew e Richmond upon Thames, na periferia sudoeste de Londres.




Os Kew Gardens, como em geral são conhecidos, constituem um grande complexo de jardins, arvoredos e estufas, sendo um centro de excelência na investigação botânica e um afamado centro de formação profissional em jardinagem.



Fontes: “jardineiro.net” ; “jardimdeflores.com”; wikipedia; outros.




“O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.”(Mário Quintana)
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