quarta-feira, 3 de novembro de 2010

7 Paisagem Cultural de Sintra - Património da Humanidade




O nosso país tem belíssimos monumentos, cidades maravilhosas e paisagens sublimes que merecem ser visitadas e admiradas, mas como nem sempre é possível viajar, pelo menos podemos apreciar em fotografia, alguns desses locais espectaculares e que foram considerados pela "Unesco" como “Património da Humanidade”.

Património português classificado pela UNESCO como Património da Humanidade:

Hoje vou apresentar: Sintra, que foi classificada Património Mundial, no âmbito da categoria “Paisagem Cultural”, no dia 6 de Dezembro de 1995

Foto: Pessoal

Lindíssima vila no sopé da Serra do mesmo nome, as suas características únicas fizeram com que a UNESCO ao classificá-la como património mundial fosse obrigada a criar uma categoria específica para o efeito – a de “paisagem cultural” – que desta forma considera tanto a riqueza natural como o património construído na vila e na serra.


 Foto: Pessoal


Sintra, cuja mais antiga forma medieval conhecida "Suntria" apontará para o indo-europeu “astro luminoso” ou “sol”, terá sido designada por Varrão e Columela como Monte Sagrado. Ptolomeu registou-a como a "Serra da Lua" e o geógrafo árabe Al-Bacr, no século X, caracterizou Sintra como «permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa».


Foto: Pessoal

Desde tempos remotos, que a atmosfera poética e romântica de Sintra atrai numerosos artistas humanistas. O seu prestígio ficou registado nas quintas de recreio em redor da Vila e nos ideais românticos que se traduzem na remodelação ou construção de quintas e palacetes.





Na segunda metade do século XIX, Sintra adquiriu um estatuto de vila burguesa essencialmente consagrada ao prazer e ao ócio, constituindo-se então vários hotéis e pensões imortalizados através da pena de afamados escritores da época. Simultaneamente, na sua periferia instala-se gente de grandes recursos económicos, trazendo novidades arquitectónicas.

Em Sintra é imprescindível visitar:

O Castelo dos Mouros
Construído durante o período de dominação árabe. Erguido sobre um maciço rochoso, isolado num dos cumes da serra de Sintra, na Estremadura, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até ao oceano Atlântico.


Foto: Pessoal


Além das muralhas ameadas, torres e adarves, o conjunto é completado por diversas rampas e escadarias de acesso. Um outro elemento digno de nota é a porta árabe em arco em ferradura.


Foto: Wikipedia_Carlos Luis M C da Cruz


No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro, a Igreja de São Pedro de Canaferrim. Remonta ao século XII, erguida após a conquista do castelo por D. Afonso Henriques, tendo se constituído na primeira igreja paroquial de Sintra. São as ruínas desta igreja que integram a listagem dos bens considerados Património Mundial/Paisagem Cultural.


Foto: wikipedia_Author Lusitana


Contígua à Igreja de São Pedro de Penaferim, destaca-se uma cisterna de grande capacidade, que remonta ao período islâmico. Com as dimensões de 18 metros de comprimento por 6 de largura e 9 de altura, em seu interior abobadado brota a nascente que abastecia o Palácio Nacional de Sintra. O seu reservatório foi reconstruído após o grande terramoto de 1755. É percebida pelo visitante através de duas grandes aberturas cónicas de ventilação.


Foto: Wikipedia_Carlos Luis M C da Cruz

Palácio Nacional da Pena
Representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal, sendo aliás o primeiro palácio romântico da Europa.


 Foto: Pessoal

O Palácio remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885) adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete, segundo a sua apurada sensibilidade de romântico.


 Foto: Pessoal

Chamado a dirigir as obras, o Barão de Eschewege levou à pratica as intenções revivalistas do soberano, erguendo em torno das ruínas entretanto restauradas um magestoso «pastiche» inspirado nos palácios e castelos da Baviera. Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta (neogótico, neomanuelino, neo-islâmico, neo-renascentista, com outras sugestões artísticas como a indiana) é verdadeiramente intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.


Foto: www.ezimut.com

O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um manto de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo assim o Parque da Pena. Este parque tem percursos e passeios lindíssimos, com inúmeras construções de jardins lá existentes.


 Foto:Pessoal

Convento dos Capuchos, (Convento de Santa Cruz da Serra)
Escondido no meio da natureza, é um dos raros locais na serra onde estão preservadas espécies autóctones. Idealizado por D. João de Castro, IV Vice-Rei da Índia e proprietário dos terrenos onde o convento se encontra, foi o seu filho, Dom Álvaro de Castro que, em 1560, levou a cabo o projecto do pai, com a ajuda dos frades, da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, cuja procura espiritual se baseava na libertação dos bens terrenos.
O convento foi construído de modo a que se confundisse com a Natureza, numa demonstração da humildade que lhe estava destinada; a entrada situa-se entre dois grandes rochedos e o edifício apresenta-se a uma escala mínima, parecendo até impossível a vida de seres humanos no seu interior.

Foto: www.trekearth.com_Copyright_Rui Miranda (JBond)

Habitado ainda com toda a certeza nos finais do séc. XVIII, o Convento de Santa Cruz dos Capuchos deve ter sido abandonado em 1834, com a extinção das ordens religiosas que o regime liberal determinou.

Palácio da Regaleira
O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro.



 Foto: Pessoal

O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002.

Foto: Pessoal

É um dos mais marcantes exemplos de arquitectura revivalista no país, privilegiando o neomanuelino e com influências camonianas. É célebre por em muitos dos seus elementos arquitectónicos, ter sinais de ritos e concepções maçónicas. Um dos locais mais emblemátiocs da quinta é sem sombra de dúvida o Poço Iniciático, invocando a aventura dos Cavaleiros Templários, ou os ideais dos mestres da Maçonaria. Trata-se de uma galeria subterrânea em espiral, de 27 metros, por onde se descem nove patamares até às profundezas da terra.


A Quinta da Regaleira é um lugar de mistério, com alma própria, ela encerra muitos segredos, pois está repleta de símbolos mitológicos e esotéricos, estátuas de deuses, poços iniciáticos, jardins e grutas. É uma incrível viagem no tempo. Se quiser conhecer um pouco mais sobre esta maravilhosa quinta, dê uma visitinha por:  Quinta da Regaleira - Sintra

Foto: Pessoal

Palácio e Jardins de Monserrate
Palacete romântico cujo projecto se deve ao arquitecto James Knowles Jr., 1858. construído no terceiro quartel do século XIX, por iniciativa de Francis Cook, visconde de Monserrate.

Foto: www.trekearth.com_Copyright_Aires dos Santos

Este palácio é rasgado por janelas ogivais, antecedido por um pórtico enquadrado por sólidos entablamentos, ornados de modilhões, volutas e arcadas trilobadas. No seu interior, ostenta uma decoração eclética de folhagem relevada, rendilhados finíssimos, bustos, arabescos e arquitecturas de sabor indo-persa.


Foto: Wikipedia_Koshelyev

O projecto do Palácio de Monserrate incluiu ainda a criação do rico Parque de Monserrate, em que a flora natural da serra de Sintra se uniu às plantas exóticas, aí plantadas para recriar na perfeição o ambiente romântico. A elaboração dos jardins foi entregue ao pintor William Stockdale, ao botânico William Nevill, e a James Burt, mestre jardineiro.


Palácio Nacional de Sintra
Também conhecido por Paço Real ou Palácio da Vila, fica situado no Centro histórico de Sintra e foi provavelmente construído pelos mulçumanos, mas desde o inicio que a monarquia portuguesa, fez do Palácio Nacional de Sintra a sua morada. Foram várias as mudanças efectuadas no Palácio, mas a mais marcante foi a de D. João I que o reconstruiu por inteiro e a de D. Manuel I que acrescentou a ala manuelina. As suas principais salas são: Sala dos Archeiros; Sala dos Cisnes, Quarto de Hóspedes, Sala Árabe; Sala Chinesa; Quarto de Afonso VI; Sala das Armas ou dos Brasões; Sala das Pegas e a Capela.

Na sala das Pegas encontramos várias pegas pintadas no tecto a dizerem "Por Bem" que provavelmente se referem às senhoras da corte. Na Capela Palatina podemos observar azulejos alicatados, o fantástico tecto feito em técnica de alfarge e frescos do século XV que mostram pombas. Um Ex-libris deste Paço é sem dúvida a sua Cozinha, com enormes chaminés cónicas (33 metros de altura), fornos e toda a equipagem de cozinha.


Foto: Net

A “Vila Velha”, construída numa zona de maior declive, no sopé da Serra, ” desenvolve-se entre o Palácio Nacional, antigo Paço Real, e a própria Serra. No Centro Histórico, permanecem muitos edifícios e vestígios de várias épocas e movimentos culturais. Circunscreve uma área abrangente de património diverso, desde igrejas, capelas e ermidas, bosques e fontes multiplicando-se os palacetes, casas senhoriais e chalets isolados por uma exuberante vegetação e por muros cobertos de musgo e fetos, que a sombra e o clima húmido ajudam a crescer. Esta vegetação faz parte integrante da imagem e da especificidade do Centro Histórico de Sintra.



 Foto: Pessoal


Uma agradável forma de conhecer Sintra é utilizando as típicas carruagens puxadas por cavalos, que circulam entre a Vila e a Serra. As partidas e chegadas realizam-se no largo fronteiro ao Palácio da Vila.


Sintra é um lugar de magia e mistério, com os seus palácios e casas senhoriais, magnificas igrejas e monumentos, encostas de um verde luxuriante, jardins e parques exóticos. Em Sintra respira-se serenidade, paz, e acima de tudo sente-se o romantismo .deste lugar maravilhoso, que merece sem sombra de dúvida uma visita.



Fontes e Fotos : http://www.destinosdeviagem.com/; http://www.igespar.pt/; http://pt.wikipedia.org/; http://www.cm-sintra.pt/; http://www.culturaonline.pt/; www.trekearth.com; www.Flickr.com; www.Panoramio.com; http://olhares.aeiou.pt/; outros net; pessoais

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

9 Finlândia


Por vezes não é possível viajar, as razões podem ser várias, falta de dinheiro, de saúde, idade avançada, enfim podem existir diferentes factores e motivos. No entanto, isso não deve ser impeditivo de conhecer novos locais e costumes, podemos viajar sem sair da nossa cadeira, vendo fotografias que nos transportam, se assim a nossa predisposição quiser, a lugares longínquos.
Para todos os que gostam de viajar, nem que seja através da imaginação, aqui deixo fotos e informações, que nos vão permitir conhecer um pouco mais outras terras e culturas.

Hoje vamos viajar até … Finlândia.

Boa viagem!

A Finlândia ("Suomi" em Finlandês) é um país nórdico situado na região da Fino-Escandinávia, no norte da Europa. Faz fronteira com a Suécia a oeste, com a Rússia a leste e com a Noruega ao norte, enquanto a Estónia está ao sul através do Golfo da Finlândia.


A capital é Helsinquia

Língua: Há duas línguas oficiais na Finlândia: o finlandês, falado por 92% da população como língua materna e o sueco, falado por 5,5% dos habitantes.


A bandeira é também chamada de Siniristilippu. Ela tem duas faixas azuis que atravessam um plano de fundo branco. O azul representa os lagos da Finlândia, o mar Báltico e o céu, o branco representa a neve e as noites claras do verão finlandês.
Há dois modelos, a bandeira nacional (civíl) e a bandeira do estado, as duas seguem o mesmo modelo, a única diferença é que na bandeira inclui-se o simbolo naval da Finlândia no meio das hastes da cruz.



O Brasão O Brasão de armas da Finlândia é composto por um leão coroado num campo vermelho, a pata dianteira substituída por uma mão blindada brandindo uma espada, em que este está sobre uma outra espada. Oficial apenas desde 1978, o brasão de armas foi originalmente criado por volta do ano 1580.
O brasão de armas aparece na bandeira finlandesa. O leão finlandês também é usado numa ampla variedade de emblemas de diferentes entidades estatais, muitas vezes modificado para descrever as atribuições da unidade ou da autoridade.


A economia da Finlândia é altamente industrializada. O sector-chave da sua economia é a indústria - principalmente madeireira, metalurgia, engenharia, telecomunicações (destaque para a Nokia) e produtos electrónicos. Com excepção da madeira e de vários minérios, a Finlândia depende de importações de matérias-primas, energia, e alguns componentes de bens manufacturados. Por causa do clima rigoroso, o desenvolvimento da agricultura é limitado a produtos básicos de subsistência. A exploração madeireira, uma importante fonte de renda, fornece um segundo trabalho para a população rural.


Religião - A maior parte dos finlandeses (83,3%) são membros da Igreja Luterana da Finlândia, com uma minoria de 1,1% pertencente à Igreja Ortodoxa. As duas são igrejas oficiais do estado.


clima é caracterizado por Invernos frios e Verões quentes, mas as temperaturas no Inverno são moderadas pela influência do Mar Báltico e dos ventos de Oeste que sopram do Atlântico, aquecido pela Corrente do Golfo. A temperatura média anual na capital, Helsínquia, é de 5,3 C. No Verão, a temperatura diurna mais alta no sul da Finlândia chega a atingir os 30 C. Durante os meses de Inverno, especialmente em Janeiro e em Fevereiro, as temperaturas de 20 graus negativos não são raras.

Foto: 1zoom.net

Gastronomia O prato típico da Finlândia é a famosa mesa de entradas nórdicas, Smörgasbord a qual apresenta dúzias de variedades de peixe, carne e fatos assim, como de saladas (embora também podem encontrar-se sopas e pratos de cozimento lento). O peixe é um dos mais tradicionais e pratos típicos deste país, feito de várias maneiras, com diferentes sabores e texturas, como na chapa, panado, ou cozido, acompanhado de legumes e frutos da terra, que confere um sabor delicioso. Além disso, carne da rena é um prato tradicional da Finlândia.


A Finlândia é um país com milhares de lagos e ilhas. Um destes lagos, o Saimaa, é o 5º maior lago da Europa. A maioria dos lagos estão no centro da Finlândia. Não são espelhos de água circulares e regulares mas alongados e rochosos, cheios de baias, e povoados de pequenas ilhotas com águas cristalinas aptas para beber. 

Foto: freeWalpaperNa

Cerca de 75% da área terrestre do país está coberto por Taiga (ou floresta boreal), com pouca terra arável, o tipo mais comum de rocha é o granito. Grande parte das ilhas estão localizadas no sudoeste, no Mar do Arquipélago, parte do arquipélago das ilhas Aland, e ao longo da costa sul do Golfo da Finlândia. A paisagem finlandesa é predominantemente plana, com algumas colinas e montes baixos. O ponto mais alto do país, o Halti, com 1328 m, encontra-se no extremo norte da Lapónia.

 Foto:http://gde-fon.com


Um quarto do território finlandês situa-se a norte do Círculo Polar Árctico, e consequentemente é possível experimentar o Sol da meia-noite — mais frequente à medida que se caminha para norte.

Foto: 1zoom.net

No ponto mais setentrional da Finlândia, o Sol não se põe durante 73 dias no verão e não nasce durante 51 dias no inverno. A distância que separa o extremo sul do país, Hanko, do extremo norte, Nuorgam, é de cerca de 1.445 quilómetros, o que daria cerca de 18 horas de condução.

Foto: 1ms.net

Toda Finlândia é um "Grande Parque Nacional", no qual existem espalhados uns 30 Parques Nacionais. Árvores e água são os aspectos mais evidentes das paisagens naturais da Finlândia. As florestas cobrem mais de dois terços da terra e os lagos e rios representam quase mais um décimo. Mas o que dá ao cenário finlandês o seu charme particular é a acção combinada destes dois elementos.


Alguns dos Locais a visitar:

HELSINKIA
A capital da Finlândia mima seus visitantes com sua arquitectura; a famosa igreja de Temppeliaukio, (luterana) cavada em uma rocha e coroada por uma cúpula de cobre, assim como, o Museu Nacional. A Praça do Mercado, um centro cultural de grande vitalidade, e o Edifício do Velho Mercado do Porto são o centro para os que procuram maravilhas culinárias.

 Foto: http://www.globeimages.net

A obra mais apreciada é o Centro, do estilo imperial, um monumento arquitectónico, cujo centro formam a Catedral evangélica-luterana e a Praça do Senado, com os seus edifícios do estilo neo-clássico.

Foto: freedesktopwall

O Monumento a Sibelius, obra da escultora Eila Hiltunen, está situado no parque com o nome do mestre e é uma homenagem ao compositor nacional da Finlândia. Entre os museus cabe destacar o Ateneum. Desde o mar pode-se identificar a Catedral de Uspenski pelas douradas cúpulas.

 Foto: Pessoal

ESPOO
A Cidade-Jardím de Tapiola é um dos cinco núcleos urbanos da Espoo Em Espoo encontra-se, também, Otaniemi com suas escolas e centros de investigação, os quais convertem-na em berço do ensinamento de alta tecnologia na Finlândia. A característica básica da Espoo é a diversidade das paisagens, as quais variam desde sua costa com numerosas ilhas até as escarpadas paisagens virgens, com numerosos lagos passando pelos planos campos de cultivo dominados pelas fazendas. Vale a pena visitar o Parque Nacional de Nuuksio e o Parque aquático de Serena.

Foto: wikipedia

COSTA ORIENTAL
Na Costa Oriental do sul da Finlândia acham-se as cidades de Porvoo, conhecida pelo encantador bairro antigo e Askola com vinte poços glaciais no seu município; Loviisa, em cuja Baia a uns 10 quilômetros da cidade está a fortaleza marítima de Svartholm, com acesso à cidade por barcos; e Orimattila, onde encontra-se o Castelo da Arte. A cidade marítima de Kotka, cuja história nos leva à época dos vikings, é actualmente o porto de exportação mais importante do país, enquanto que o arquipélago frente às costas da cidade oferece infinidades de possibilidades, para a pesca e o recreio.

Foto: http://gde-fon.com

AS ILHAS ALAND
O Arquipélago de Aland, formado por 6.500 ilhas, tem um governo autónomo desde 1921; é também, uma zona desarmada e completamente desmilitarizada com sua própria bandeira, desde 1964 e seu próprio selo, desde 1993. A única cidade e centro administrativo do arquipélago é Mariehamn, cidade dos marinheiros, onde encontra-se o Museu Naval de Aland e o veleiro de quatro mástiles Pommern, orgulho da região.

Foto: wikipedia_Fanny Schertzer


TURKU
Turku, é a cidade mais antiga da Finlândia. É interessante visitar o Castelo e a Catedral da cidade, ambos construídos nos séculos XIII e XIV, porque constituem uma parte essencial da história da Finlândia. O arquipélago que leva seu nome está formado por milhares de ilhas e ilhotas e é um dos tesouros nacionais da Finlândia.

Foto: wikipedia_Markus Koljonen

OULU
Oulu é a capital do norte da Finlândia e está em pleno desenvolvimento. Um dos pontos de máximo interesse é o seu Parque da Ciência "Tietomaa", uma maravilha da informática. Frente a suas costas está a Ilha de Hailuoto. Também nesta zona pode-se desfrutar de longas e desérticas praias e belos parques.

Foto: wikipedia_Estormiz

TAMPERE
Tampere, no centro sul da Finlândia é uma cidade viva, fundada em 1779. De verão é um verde oásis, cujas águas limpas convidam a tomar um banho. Destacam as margens do rápido de Tammerkoski com suas pontes e casas de tijolo vermelho, a Praça Maior, a Catedral, as Colinas de Pyynikki e o tradicional bairro de Piispala.

Foto: wikipedia_Tamperetunnetuksiry

SAVONLINNA E PARIKKALA
No coração da região encontra-se a cidade de Savonlinna, construida sobre ilhas em volta do Castelo de Olavinlinna, uma obra medieval do século XII e cenário do sumptuoso Festival da Ópera de Savonlinna.

Foto: wikipedia_Miraceti

Perto, encontra-se a Igreja de Kerimäki, a maior igreja de madeira do mundo e, o Museu da Pesca Lacustre na Finlândia. No distrito de Parikkala está a Reserva de Aves de Siikalahti, conhecida pelo cantar de seus pássaros ao anoitecer.

Foto: wikipedia_Miraceti

LAPÓNIA
Lapónia ocupa um terço da superfície da Finlândia. A maior parte da sua área está situada ao norte do Círculo Polar. Trata-se do país dos samis, das renas e do Pai Natal. Os sami são os povoadores originais da Lapónia, com profundas tradições culturais, sobretudo ao norte.

Foto: www.finland.org

ROVANIEMI
A capital da região é Rovaniemi, onde se juntam dois grandes rios e está rodeada de montes cheios de bosques. É escala imprescindível em qualquer visita a Lapónia, pois trata-se de uma cidade moderna. Entre os lugares mais destacados inclui-se a Ponte Jätkänkyntilä, com sua chama eterna sobre o rio Kemijoki, a Casa Arktikum, que emerge dos bancos do rio Ounasjoki, a Prefeitura, a Casa Lappia, que serve como teatro, a Sala de Convenções e a Biblioteca.

Ponte Jätkänkyntilä
Foto: wikipedia

TORNIO
A cidade de Tornio é a ponte que une Finlândia com o oeste. É a cidade mais antiga da Lapónia. Está situada no fim do Golfo de Botnia junto ao rio do mesmo nome, que serve de fronteira entre Suécia e Finlândia. Lá encontra-se o maior rio da Finlândia, o Kukkola.  A oferta cultural de Tornio, inclui o Museu da Arte de Aine, o Museu Regional, a antiga Igreja de Madeira e a Igreja Ortodoxa.

Foto: wikipedia_Matthew Ross

Diz-se que todas as estações do ano, cabem na Finlândia. Cada uma tinge com sua própria luz a paisagem e disfarça com a sua peculiaridade a ambundante natureza deste belo país. No inverno tudo se cobre de branco, mas os primeiros raios de Abril, descem para descobrir os tons verdes suaves da paisagem finlandesa e os céus vão clareando. A chegada do verão tempera o ambiente com uma brisa quente e o outono madura os campos até que de novo os cobre o inverno.


Foto: 1zoom.net

Um dos elementos naturais mais deslumbrantes que a Finlândia tem é a aurora boreal, um fenómeno que pode ser visto durante quase todo o inverno na Lapónia finlandesa. São partículas oriundas do Sol, que geram o chamado "vento Solar", que ao carregarem os electrões dos átomos de oxigênio e azoto da atmosfera geram efeitos coloridos.

Foto: www.hdfreewallpaper.net

A Finlândia tem muito para oferecer a quem a visita. Numerosos monumentos, edifícios magnificos, esplêndidos bosques e pradarias, lagos de águas cristalinas, tudo isto envolto numa cultura rica em tradições e história, que está presente na arquitetura elegante das suas cidades e aldeias.

Fontes e Fotos :“Wikipedia”; “portalsaofrancisco”; “Finlândia.org.pt”, “Manualdoturista”; “Viagensimagens”; 1zoom.net;  http://gde-fon.com; 1ms.net; http://www.globeimages.net; outros


* Fotos: Net
As fotografias sem indicação dos autores é porque não os consegui identificar. Se forem suas, por favor queiram contactar-me que colocarei imediatamente o seu nome, ou retiro-as se for esse o seu desejo. Não é de maneira nenhuma minha intenção quebrar direitos de autor.

Photographs without the authors’ names are because I could not identify them. If they are yours, please contact me and I will put immediately your name, or remove them, if that is your wish. It is not my intention to break authors rights.


“Viajar é estar aberto ao novo, aos outros e a ver a vida com outros olhos.” (Cristiane Galvão)
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