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20/08/2026

Fredericksberg Have - Um Jardim no Coração de Copenhaga




O Fredericksberg Have (Jardim de Frederiksberg), em Copenhaga, é um dos espaços verdes mais encantadores e emblemáticos da cidade. Localizado no bairro de Frederiksberg, este jardim histórico combina natureza, arte e arquitetura num ambiente sereno que convida ao descanso e à contemplação.


Passeando por Frederiksberg Have
Um refúgio verde onde a história encontra a natureza






Criado no século XVIII pelo Rei Frederico IV, como jardim do Palácio de Frederiksberg, o espaço foi inicialmente concebido em estilo barroco, mas mais tarde transformado num elegante jardim paisagístico de inspiração inglesa.




As suas amplas áreas relvadas, pontes pitorescas, árvores centenárias, canais, caminhos sinuosos, colinas suaves e belos lagos, criam uma paisagem harmoniosa e romântica, ideal para passeios tranquilos, piqueniques ou momentos de leitura.





Um dos grandes destaques do jardim é o Palácio de Frederiksberg, que se ergue no ponto mais alto do parque, oferecendo uma vista magnífica sobre o espaço verde. No dia em fomos conhecer o parque (25 de Dezembro de manhã) os relvados estavam brancos devido à geada, até parecia que tinha nevado.






Representando a ligação entre natureza, arte e história, o Templo de Apis é um dos elementos mais singulares e simbólicos do Jardim. Trata-se de uma pequena construção neoclássica, erguida no final do século XVIII, inspirada nos templos da Antiguidade greco-romana, refletindo o fascínio da época pelo mundo clássico.





O parque está na proximidade do Zoológico de Copenhaga. Em certos pontos do jardim, é possível observar o recinto dos elefantes (talvez por ser em Dezembro, não estava lá nenhum ☹️)





Outro ponto de paragem interessante, é junto à "Árvore das Chuchas" (Suttetræet), uma tradição local, onde as crianças dinamarquesas penduram as suas chuchas quando decidem que "já são crescidas".




Frederiksberg Have não é apenas um espaço verde ornamental, mas também um importante habitat natural dentro da cidade, onde a vegetação exuberante e a vida animal contribuem para uma atmosfera de paz, equilíbrio e bem-estar.





Fotos: Pessoais



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26/09/2017

KYOTO - Maruyama Park e Yasaka Shrine




Continuando a mostrar o que vimos em Kyoto, depois de visitarmos o Shoren-in Temple, pensávamos ir conhecer o Shion-in Temple, só que infelizmente já estava fechado. O seu portão dianteiro maciço, é o maior do seu tipo no Japão. Foi construído em 1234. Devido a terremotos e incêndios, a maioria dos edifícios atuais datam do século XVII.





A poucos metros está a entrada para o Maruyama Park, o mais antigo parque de Quioto, inaugurado em 1886. É um dos principais parques públicos para a antiga prática do hanami, costume tradicional japonês de contemplar a beleza das sakuras (cerejeiras em flor).





Como fomos em abril as cerejeiras estavam em flor, é realmente um espetáculo deslumbrante!!!





Logo no inicio do nosso passeio, o Pedro e a Diana, pediram a umas jovens que estavam tradicionalmente vestidas a tirar fotografias, se podiam tirar uma foto com elas, elas super simpáticas disserem que sim e aqui fica o registo.





Junto a um dos lagos, vários blocos de pedra serviam de bancos, para quem quisesse descansar, conversar ou apenas apreciar toda a beleza envolvente.







Lá ao fundo no centro encontra-se uma enorme cerejeira. A árvore tem mais de 70 anos e diz-se ter sido cultivada a partir de uma árvore que tinha mais de 300 anos de idade. 




No parque existem vários restaurantes em estilo japonês ( mesas baixinhas ) e pequenos locais onde se pode comprar comida. Também existem amplos espaços para fazer piqueniques. Na época da floração, as pessoas reúnem-se em grande número junto às árvores continuando a tradição do hanami e realizam-se várias festas sob as árvores em flor.





Aqui vimos muitas senhoras vestidas com os tradicionais quimonos.




Passamos por um Torri e fomos dar Yasaka Shrine, também conhecido por Gion Shrine, um santuário Xintoísta, cuja história remonta ao ano de 656.


 


Neste Santuário são aqui venerados os deuses do xintoísmo Susano-o-no-Mikoto e o seu consorte Inadahime-no-Mikoto.














O nosso passeio iria continuar por Gion, que fica mesmo em frente à entrada do Santuário.






Fotos: Pessoais
Textos explicativos: Wikipedia


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06/09/2017

TÓQUIO - Shinjuku Gyoen National Garden




Na nossa viagem a Tóquio um dos primeiros locais que fomos visitar foi o Shinjuku Gyoen National Garden.






Este enorme jardim de 58 hectares, abrange áreas de Shinjuku e de Shibuya. Foi originalmente residência da família Naitō no período Edo. Ficou concluído como jardim imperial em 1906 ficando sob a gestão da Agência Doméstica Imperial do Japão. Foi re-designado como um jardim nacional após a Segunda Guerra Mundial e aberto ao público em 1949, estando agora sob a jurisdição do Ministério do Meio Ambiente.








Shinjuku Gyoen possui grandes espaços abertos, áreas florestadas, e encantadores bosques de cerejeira e ameixa, vários lagos e um Pavilhão de Taiwan. É considerado um dos mais importantes jardins da era Meiji.








Tem mais de 20.000 árvores, incluindo cerca de 1.500 cerejeiras que florescem a partir do final de março (Shidare ou Weeping Cherry), até o início de abril (Somei ou Tokyo Cherry), e no final de abril (Kanzan Cherry). Entre as muitas outras árvores que ali se encontram estão os majestosos cedros do Himalaia, que sobem acima do resto das árvores no parque, ciprestes, e plátanos, que foram os primeiros a ser plantados nos jardins imperiais do Japão.










Absolutamente lindo, lindo, lindo ver as  pétalas das flores a voar ao vento.




Paragem para comprar os doçinhos especiais que fizeram a alegria da Leonor.




Centenas de cerejeiras (sakura) fazem de Shinjuku Gyoen um dos locais mais populares de Tóquio. Fomos na altura certa para apreciar em pleno toda a sua maravilhosa floração.













Para além das flores das cerejeiras, muitas outras lindas flores encantaram o meu olhar









Apreciando as tradicionais lanternas







O jardim mistura três estilos distintos: uma paisagem formal francesa, no norte um estilo Inglês e ao sul um tradicional jardim japonês. Tem também uma tradicional casa de chá japonesa.










O trabalho da horticultura tem-se realizado nas estufas do jardim desde 1892. A atual estufa, construída nos anos 50 tem mais de 1.700 espécies de plantas tropicais e subtropicais na sua exposição permanente.













Shinjuku Gyoen National Garden é um local maravilhoso para passear, apreciar a natureza ou simplesmente descansar.





Fotos: Pessoais
Texto explicativo: wikipedia


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