sábado, 28 de setembro de 2019

Visita ao Palácio Nacional de Sintra


Palácio Nacional de Sintra


Na semana passada, a empresa onde trabalho fez um "Day out", sendo o destino da nossa visita a encantadora e verdejante cidade de Sintra.


Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


O local a visitar foi:

O Palácio Nacional de Sintra



Palácio Nacional de Sintra


Estes dias de convívio, são sempre muito agradáveis e é uma alegria estar com todos os colegas, mas fica aqui o meu apreço muito especial, pela minha equipa de trabalho, mais do que colegas, eles são amigos, com os quais passo muitas horas e tenho o maior prazer de trabalhar e conviver.




O Palácio Nacional de Sintra, fica localizado no Centro histórico de Sintra e é também conhecido por Paço Real ou Palácio da Vila. De origem provavelmente árabe, apresenta vários estilos arquitectónicos (gótico, mudéjar e Manuelino) tendo sido utilizado a partir do século XII, como moradia de férias da Monarquia Portuguesa. Foi considerado em 1995 pela UNESCO, como Património Mundial da Humanidade.


Palácio Nacional de Sintra


Ao longo dos tempos, foram várias as mudanças efectuadas no Palácio, sendo as mais marcantes a efectuada por D. João I e a realizada por D. Manuel I que acrescentou a ala manuelina.

Deixo alguns "olhares" do nosso percurso por este encantador Palácio.

Da Entrada do Palácio Nacional de Sintra, avista-se o Castelo dos Mouros no cimo da serra.


Palácio Nacional de Sintra


As salas que percorremos: Sala dos Cisnes, Sala das Pegas, Quarto de D. Sebastião, Sala Júlio César, Sala das Galés, Sala dos Brasões, Sala Árabe, Sala Chinesa, Quarto-prisão de D. Afonso VI, a Capela, Sala do Leito do Aparato, Sala Manuelina, Aposentos Reais do Séc XIX e a Cozinha.

A Sala dos Cisnes
Foi a primeira sala que visitámos e era a sala onde tinham lugar os acontecimentos mais relevantes, tendo sido erguida no reinado de D. João I. O tecto está completamente decorado com 27 pinturas de cisnes que ostentam gorjais de ouro ao pescoço.


Palácio Nacional de Sintra


Sala das Pegas
O seu nome tem a ver com as 136 pegas pintadas no teto. Cada pega segura uma rosa, símbolo da casa da rainha Dona Filipa de Lencastre e a frase “por bem”. Foi onde D. Sebastião terá ouvido Luíz Vaz de Camões ler “Os Lusíadas”. Eram nesta sala recebidos os notáveis do reino e embaixadores estrangeiros.


Palácio Nacional de Sintra


Quarto de D. Sebastião
Este teria sido o quarto de D. Sebastião nas suas estadias em Sintra.


Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


Sala Júlio César
De destacar uma tapeçaria flamenga do séc VI, ilustrando o encontro entre o Imperador Romano César e uma vidente, Spurina, na qual ela prevê a sua morte.


Palácio Nacional de Sintra


Pátio de Diana
Tem as paredes revestidas de azulejos relevados e no centro encontra-se uma fonte.


Palácio Nacional de Sintra


Sala das Galés
Foi construída entre os séc XVI e XVII


Palácio Nacional de Sintra


Sala dos Brasões
Esta deslumbrante sala tem o tecto ricamente decorado onde, além dos brasões do rei e dos infantes, se encontram 72 brasões de outras famílias da nobreza da época. As paredes estão cobertas de azulejos pintados do século XVI com cenas de caça.

Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


A Sala Chinesa
Nesta sala destaca-se um biombo e um pagode chinês feito em marfim do século XVIII e oferecido à rainha D. Maria I pelo Senado de Macau.


Palácio Nacional de Sintra


Capela Palatina
Foi edificada no reinado do Rei D. Dinis no inicio do século XIV. Invoca o Espírito Santo, representado nas pinturas das paredes através de pombas com um ramo de oliveira no bico.


Palácio Nacional de Sintra


Pormenores do tecto, de madeira entalhada é uma obra de carpintaria mudéjar.

Palácio Nacional de Sintra


Sala do Leito de Aparato
Este Leito do Aparato do século XVII, foi adquirido em 2016 e pertenceu à Casa Ducal de Cadaval. A cama, é feita em pau-preto de Moçambique e decorada em prata lavrada. Estas camas eram apenas utilizadas em momentos marcantes, como casamento, nascimento e morte.


Palácio Nacional de Sintra


Cozinha
Um dos espaços mais emblemáticos do Palácio, é famosa pelas suas enormes chaminés cónicas de 33 metros de altura. Nela se encontram fornos, estufas e vários recipientes de cozinha, que eram utilizados na confeção das refeições reais.


Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


Aposentos Reais do século XIX
Sala que era ocupada pela Rainha D. Maria Pia, a última soberana a ocupar o Palácio. Estes aposentos têm uma varanda virada para a Serra de Sintra e Centro Histórico.

Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


Vistas da varanda


Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


O Pátio Central
Revestido a azulejos é um espaço acolhedor em torno do qual D. Joao I organizou os seus aposentos.

Palácio Nacional de Sintra


Reflexos


Palácio Nacional de Sintra


Gruta dos Banhos
A Gruta dos Banhos fica localizada no Pátio Central. Está decorada em azulejos e estuques da segunda metade do século XVIII. Um local bem fresco, que era muito apreciado principalmente nos dia de calor. Para refrescar ainda mais o ambiente das paredes existiam orifícios dos quais saía água.


Palácio Nacional de Sintra


Outros "olhares"

Palácio Nacional de Sintra


Terminada a nossa visita ao Palácio, estava na altura de regressar, mas no percurso até ao autocarro, ainda houve tempo para mais alguns "clicks".


Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra


O meu último "olhar"


Palácio Nacional de Sintra


Texto explicativo: Wikipedia; https://www.parquesdesintra.pt/
Fotos: Pessoais

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Igreja Nossa Senhora do Loreto (Chiado - Lisboa)


Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)


A Igreja do Loreto, fica localizada junto ao Largo do Chiado (Lisboa), fazendo esquina com a Rua da Misericórdia, mesmo em frente à Igreja de Nossa Senhora da Encarnação (Chiado). Na fachada principal, destaca-se para além da imagem de Nossa Senhora do Loreto, as armas pontifícias, de autoria de Borromini, ladeadas por dois anjos e as esculturas de São Pedro e São Paulo. 


Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)


É conhecida também por Igreja dos Italianos, tendo sido construída a pedido da comunidade italiana residente em Lisboa. Foi um projecto do arquitecto José da Costa e Silva. Ficou danificada num incêndio e 1651 e sofreu enormes estragos no Terramoto de 1755. Foi reconstruída em 1785.


Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)

Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)

Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)


É constituída por uma nave central com doze capelas laterais que apresentam os doze apóstolos, revestidas com mármores Italianos. De salientar também a lindíssima pintura do tecto e o órgão setecentista.


Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)

Igreja Nossa Senhora do Loreto (Lisboa)


Texto explicativo: Wikipedia
Fotos: Pessoais


sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


Continuando a mostrar um pouco das minhas férias deste ano pela Ásia, deixo hoje alguns "olhares" da visita que fizemos a uma aldeia das Karen Long Neck (Mulheres Girafa) em Mae Rim District, Chiang Mai, Tailândia, a tribo Ban Mae Khao Tom Village.


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia



Muitas destas mulheres são refugiadas de Myanmar, saíram do seu país devido a conflitos étnicos e militares, tendo chegado à Tailândia por volta de 1980. Vivem em aldeias na região Norte da Tailândia, não têm cidadania Tailandesa e o status de refugiados impede-os de procurar trabalho fora das aldeias. O seu principal e quase único meio de sobrevivência é o turismo e a venda dos artigos que produzem. Na comunidade os homens trabalham nas plantações e as mulheres dedicam-se à tecelagem e artesanato.


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


Contrastando com o castanho das modestas habitações, entrámos num mundo de cor, de delicadeza e encanto das suas peças de tecelagem. Aqui se encontravam: echarpés, mantas, mochilas, para além de muitos outros artigos confecionados pelas mulheres.


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


Sempre com um sorriso presente, para comunicar falávamos em inglês à nossa guia que conhecia muito bem algumas das mulheres e ia traduzindo. Foi um prazer conhecer a sua arte, os seus hábitos, passear pela aldeia e é claro comprar  algumas das suas lindas peças.


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


O costume de alongar o pescoço com as pesadas argolas de latão começa aos 5 anos de idade, onde as meninas recebem o seu primeiro anel. As mulheres podem colocar até 25 anéis ao longo da vida, carregando um peso de 10 kg sobre os ombros, o que lhes vai fazer rebaixar os ombros e as costelas, dando a ideia de terem um longo pescoço. Esta tradição é ancestral e os anéis seriam para proteger de possíveis ataques de tigres, para além de considerarem que um pescoço longo é um símbolo de beleza.


Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia

Mulheres Girafa ( Karen Long Neck ) - Tailândia


Fotos Pessoais: Férias na Ásia Visitando Macau - China - Hong Kong - Tailândia
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